CIDADE • 05/11/2026

Katia Morita, vice-prefeito e vereadores anunciam projeto do Parque Industrial

Proposta encaminhada à Câmara prevê a doação de lotes a empresas que gerarem empregos. Só para a implantação das redes de água e esgoto, o investimento previsto é de cerca de R$ 2 milhões via Sabesp.

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Katia Morita, vice-prefeito e vereadores anunciam projeto do Parque Industrial

A prefeita de Auriflama (SP), Katia Morita (MDB), o vice-prefeito Ismael Fernandes e vereadores da base anunciaram, na manhã desta quinta-feira (5), o projeto de criação do Parque Industrial. O anúncio ocorreu na área prevista para o empreendimento, no encontro da Rodovia Feliciano Sales Cunha (SP-310) com a Via de Acesso Artur Fornazari Neto.

Participaram da visita o presidente da Câmara, Davi Francisco Costa, e os vereadores Chico Oliva, Lourdes Brito, Mário Barbosa e Marquinhos Dainesi. Por compromissos profissionais, agendados anteriormente, o vereador Wanderley Teixeira não pode estar presente no ato. O projeto de lei foi protocolado na Câmara Municipal na terça-feira (3) e aguarda análise dos vereadores.

A criação do Parque Industrial é um dos grandes sonhos da comunidade de Auriflama. A expectativa é que a chegada de indústrias marque um novo tempo de progresso para a cidade, com mais oportunidades para quem deseja trabalhar no município.

Para preparar a área que receberá as empresas, estão previstas redes de abastecimento de água e de coleta de esgoto. A estimativa de investimento, via Sabesp, é de cerca de R$ 2 milhões apenas para essa infraestrutura.

COMO SERÁ A SELEÇÃO DAS EMPRESAS

O projeto prevê a doação de lotes a empresas selecionadas por licitação. Um dos critérios de pontuação será o número de empregos formais que cada empresa se comprometer a criar. Quem receber um lote deverá manter o estabelecimento em funcionamento e os postos de trabalho previstos por pelo menos cinco anos, contados a partir do início das atividades.

Se a empresa descumprir as obrigações, o terreno e as benfeitorias poderão retornar ao município após processo administrativo, com direito de defesa.

Além da aprovação do projeto pela Câmara, a implantação do parque depende da aprovação e do registro do parcelamento da área, do licenciamento ambiental pela Cetesb e da autorização do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP) para os acessos à rodovia.

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