.
.

Acessibilidade

Aumentar Fonte
.
Diminuir Fonte
.
Fonte Normal
.
Alto Contraste
.
Libras
.
Vlibras

O conteúdo desse portal pode ser acessível em Libras usando o VLibras

Mapa do Site
.
Acesso à informação
.

Horário de Atendimento ao público:  8:30 ás 11:30 - 13:00 ás 17:00

Idioma

Português

English

Español

Francese

Deutsch

Italiano

Auriflama - Quarta-feira, 18 de Março de 2026

Buscar Notícia

Notícias por Categoria

Mulher é picada por cobra durante colheita e relata dor “insuportável”: ‘Achei que fosse morrer’

Vítima de 42 anos ficou três dias internada após ataque de jararaca e segue em recuperação sem sequelas graves


Mulher é picada por cobra durante colheita e relata dor “insuportável”: ‘Achei que fosse morrer’

Uma mulher de 42 anos foi hospitalizada após ser picada por uma cobra enquanto trabalhava na colheita de abóboras em uma propriedade rural de Pontalinda, no interior de São Paulo. O caso ocorreu no dia 10 de março.

Em entrevista, Andréia de Lima Carvalho contou que ajudava o marido em uma horta comunitária quando foi surpreendida pelo ataque. Segundo ela, no primeiro momento não percebeu a gravidade, mas rapidamente começaram os sintomas, como dor intensa, inchaço na mão e visão turva.

“Na hora que fui pegar a abóbora, a cobra deu o bote. Logo começou uma dor muito forte, insuportável. Gritei pelo meu esposo, que veio correndo”, relatou.

Após o ataque, Andréia foi levada ao pronto-socorro de Pontalinda, onde recebeu os primeiros atendimentos. Cerca de 24 horas depois, foi transferida para a UPA de Jales, onde recebeu soro antiofídico.

Ela permaneceu internada até o dia 13 de março. Apesar do susto, os médicos descartaram complicações mais graves, como necrose.

Já em casa, Andréia contou que ainda sente os efeitos da picada, como dor e inchaço no braço, mas se recupera bem.

“Meu braço ainda está muito inchado, dói bastante, mas graças a Deus os médicos disseram que não vou ter sequelas porque o socorro foi rápido”, afirmou.

‘Achei que ia morrer’

A mulher também relembrou o desespero no momento do ataque. Segundo ela, ao identificar que se tratava de uma jararaca, o medo aumentou.

“Eu só pensava que ia morrer. Era uma dor muito intensa. Pensava no meu filho o tempo todo. Foi um susto muito grande”, disse.

De acordo com Andréia, o atendimento rápido foi fundamental para evitar consequências mais graves. Ela afirmou que pretende retomar a rotina normalmente após a recuperação completa.

502 Visualizações

Notícias relacionadas

Voltar para a listagem de notícias

.
.

Pô Auriflama - SP.
Usamos cookies para melhorar a sua navegação. Ao continuar você concorda com nossa Políticas de cookies e Termos e condições gerais de uso.