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Vítima de 30 anos foi localizada em construção abandonada com ferimentos graves no pescoço e no rosto; caso é investigado
Uma mulher transexual foi encontrada morta com sinais de violência na quarta-feira (18), em Araras (SP). A vítima foi identificada como Suellen Jalala Ferreira de Brito, de 30 anos.
Segundo a família, Suellen saiu de casa na tarde de terça-feira (17) para comprar shampoo em um mercado próximo, mas não retornou. O corpo foi encontrado na manhã seguinte em um dos cômodos de uma construção abandonada, no bairro onde ela morava.
De acordo com a Polícia Militar, o local é frequentemente utilizado por usuários de drogas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou que o corpo apresentava rigidez cadavérica, além de uma perfuração na região do pescoço e lesões no rosto.
Emocionada, a mãe da vítima, Solange Maria de Lima Brito, de 50 anos, disse não entender o que pode ter acontecido. “Ela era uma pessoa muito boa, não tinha maldade com ninguém. Não sei como alguém é capaz de fazer uma barbaridade dessas”, afirmou.
A mãe contou ainda que a filha era caseira, solteira e sem inimizades. Na tarde do desaparecimento, Suellen havia saído por volta das 16h e disse que voltaria rapidamente. Como não retornou, a família acreditou que ela estivesse na casa de alguma amiga.
No dia seguinte, a mãe foi informada por uma sobrinha sobre a localização do corpo, em uma construção abandonada próxima ao mercado.
Segundo a família, Suellen enfrentava problemas de saúde, como trombose venosa nas pernas, o que dificultava sua locomoção. Após meses de internação, ela também havia perdido um dos pulmões, agravando seu quadro clínico.
Apesar das dificuldades, mantinha sonhos e planos. Um deles era melhorar a saúde e outro era regularizar a documentação com o nome social, conquista que havia alcançado recentemente.
Ainda de acordo com a mãe, a filha não fazia uso recente de álcool ou drogas e levava uma vida tranquila, dedicada à família. Ela costumava sair apenas para atividades simples, como ir ao cinema ou resolver tarefas do dia a dia.
O caso é investigado pela Polícia Civil, que busca identificar o autor e a motivação do crime.