Comerciante é presa suspeita de vender emagrecedores e anabolizantes pela internet
Auriflama - Sexta-feira, 06 de Março de 2026

Uma comerciante de 45 anos foi presa nesta quinta-feira (5) suspeita de comercializar emagrecedores e anabolizantes sem autorização dos órgãos competentes. Segundo a Polícia Civil, os produtos eram anunciados pela internet e entregues aos clientes em uma loja de roupas femininas.
A suspeita foi localizada durante a operação “Falsa Medida”, que investiga a venda de medicamentos proibidos no país. A prisão ocorreu em São José do Rio Preto (SP).
Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, os policiais estiveram no estabelecimento comercial e também na residência da investigada, situada em um condomínio de alto padrão.
Na loja de roupas, foram apreendidas ampolas de emagrecedores de origem paraguaia, cuja comercialização é proibida no Brasil, além de canetas emagrecedoras de procedência irregular, seringas e agulhas descartáveis. A polícia também encontrou caixas térmicas utilizadas para armazenar os produtos.
Já na casa da comerciante, os agentes localizaram mais ampolas de medicamentos proibidos e hormônio masculino.
Diante das evidências, a mulher foi presa em flagrante por comercialização de medicamentos sem registro ou autorização dos órgãos competentes.
Logo após a prisão da suspeita, os policiais localizaram o fornecedor dos emagrecedores e anabolizantes, um homem de 33 anos. Ele foi preso em sua residência em Mirassol (SP). No imóvel, a polícia também encontrou itens de procedência ilegal.
Investigação
De acordo com a Polícia Civil, as investigações começaram após a identificação de publicações na internet que ofereciam medicamentos irregulares e proibidos no país.
Os interessados tinham acesso às ofertas por meio de uma rede social e, posteriormente, eram direcionados para grupos em um aplicativo de mensagens. Nesses grupos, recebiam informações sobre valores, formas de pagamento e o local onde poderiam retirar os produtos.
A polícia segue investigando o caso para identificar outros possíveis envolvidos no esquema de venda ilegal de medicamentos.
